Devido volume de chuva, Sabesp busca táticas para aproveitar
07/06/2016 09:53 em Brasil

Na madrugada de 6 de junho, o nível da represa Paiva Castro atingiu 70% do volume máximo.

 

Em  virtude  das  chuvas  constantes  dos  últimos  dias, que aumentaram a entrada  de  água  (afluência)  na  represa  Paiva Castro, que pertence ao Sistema Cantareira, a Sabesp informa ter adotado os seguintes procedimentos:

 1)  A  represa  Paiva  Castro  tem  cumprido  o  papel  de “caixa-d’água”, armazenando  o  volume  de  chuvas  que atinge a região e evitando que ele  avance  pelas cidades. A represa já evitou que o rio Juqueri transbordasse em  vários  pontos  e  segurou  vazões acima de 35 mil litros por segundo, impedindo  que Franco da Rocha fosse inundada e que a água prejudicasse os sistemas viário e ferroviário;

2)  A Sabesp fechou, no último sábado (4/6), o túnel 5, tubulação que traz água  da  represa  Atibainha  para  a  Paiva Castro. Com isso, não há mais transferência  de  água de outros reservatórios do Sistema Cantareira para ela.  A  Paiva  Castro  só  está  recebendo  a  chuva  que tem precipitado diretamente sobre essa represa e no seu entorno;

3) Como  na  madrugada  de  segunda-feira  (6/6)  o nível da Paiva Castro atingiu  70%  do  volume máximo, a Sabesp aumentou a produção de água para abastecer  a população da capital e da Grande São Paulo. Com isso, a vazão que  era  retirada  da  represa para atender aos moradores subiu de 22 mil litros  por segundo para 33 mil litros por segundo. A companhia aumentou a área  de  atendimento  do  Cantareira,  passando  a usar esse sistema para abastecer  moradores  que  normalmente  recebem  água  do  Alto  Tietê, do Guarapiranga e do Alto e Baixo Cotia;

4)  A  Sabesp  está em contato permanente com a Defesa Civil estadual para informar sobre as operações executadas em relação à represa Paiva Castro.

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